sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
sábado, 15 de dezembro de 2007
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
14 DE DEZEMBRO DE 2007 - 14h20
Veja quem vai compor a primeira direção da CTB
“A diretoria expressa um esforço de quase três meses de debates internos, em que todas as forças da CTB foram ouvidas e contempladas”, destaca Wagner. Prova dessa composição ampla e representativa é a vice-presidência, com quatro sindicalistas, de categorias e estados diferentes — David Wylkerson de Souza (Fetag-BA), Nivaldo Santana (Federação dos Urbanitários de São Paulo), Vicente Selistre (Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom – Rio Grande do Sul) e Maria Andrade (Sindicato dos Assistentes Sociais do Ceará).
“Não há projetos pessoais”, explicou o coordenador nacional da CSC (Corrente Sindical Classista), João Batista Lemos, ao anunciar ao plenário a proposta de diretoria. “Os critérios de escolha levam em conta aspectos políticos e regionais, além da questão da proporcionalidade e dos ramos de trabalho.”
Bahia, com dez membros, é o estado com mais representantes na direção. É o caso do secretário-geral da CTB, Pascoal Carneiro (Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia). Rio de Janeiro (nove integrantes), São Paulo e Rio Grande do Sul (oito) e Minas Gerais vêm na seqüência. “O grande desafio agora é construir a CTB nos estados, onde a central tem de se enraizar para ganhar expressão nacional”, acredita Wagner Gomes.
A participação feminina também sobressai. Há oito mulheres na direção executiva, cinco na plena e duas no conselho fiscal. Celina Áreas (Sinpro-MG) será a secretária de Formação e Cultura, enquanto Sonia Latgé (Sintergia-RJ) encabeçará a Secretaria de Políticas Publicas, Sociais e Previdência. Já a secretaria específica de Mulheres ficará a cargo de Dilce Abgail Pereira (Sintrahtur-RS).
Confira abaixo a primeira diretoria da CTB.

De Belo Horizonte,
André Cintra
Postado por
PC do B de Amparo SP
0
comentários
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Renato Rabelo destaca contribuição de Niemeyer ao Brasil
Veja a íntegra da nota:
''Nas comemorações dos cem anos de vida do grande brasileiro Oscar Niemeyer, o Partido Comunista do Brasil destaca entre tantos méritos de um dos arquitetos mais influentes do mundo o fato de que sua obra tem projetado o Brasil de forma marcante. Um país se torna forte com a riqueza produzida por seu povo, mas também pela contribuição indelével de seus talentos, como o de Niemeyer. Por outro lado devemos exaltar sua coerência e o compromisso com o povo, com os oprimidos e com a causa do comunismo e da liberdade.
Renato Rabelo, presidente do Partido Comunista do Brasil – PCdoB.''
Postado por
PC do B de Amparo SP
0
comentários
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Niemeyer, um comunista
Às vésperas de completar 100 anos de idade, o arquiteto Oscar Niemeyer disse, em entrevista ao jornal britânico The Times, que "não se sente particularmente importante".
"A data não é importante. A idade não é importante. O tempo não é importante. A arquitetura não é importante. O que nós criamos não é importante. Somos muito insignificantes", declarou. "O que é importante é ser tranqüilo e otimista."
A reportagem que contém a entrevista com Niemeyer, intitulada "O Rei das Curvas", ocupa duas páginas do caderno cultural do diário britânico, na edição desta quarta-feira.
Nela, o jornalista Tom Dyckhoff compara seu encontro com o arquiteto, no Rio, como "o encontro com uma lenda, um nome saído dos livros de história, como Rodin, Picasso ou Jesse James".
"Este titã da arquitetura,... que definiu a cara do Brasil pós-Guerra,... que prefigurou o pós-modernismo na arquitetura,... que em sua juventude era a cara de Marlon Brando, é hoje tão encolhido e antigo quanto um vaso Ming", descreve Dyckhoff.
Dificuldade
Niemeyer confessou ao The Times que, apesar de trabalhar todos os dias, tem sentido cada vez mais dificuldade.
Mas contou que simplesmente não consegue recusar um novo projeto.
"O que me faz levantar todas as manhãs é o mesmo de sempre: a luta, o comunismo puro e simples", disse.
Para o arquiteto, o mundo, a América do Sul, o Brasil e o Rio estão melhor hoje, "apesar de George W. Bush e das favelas".
"Fidel, Chávez, eles representam a luta de hoje. O capitalismo domina, mas ele vai fracassar. Tenho fé nisso. A revolução não pode parar", conclui.
Postado por
PC do B de Amparo SP
0
comentários


