PREVISÃO DO TEMPO EM AMPARO

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18 de maio de 2012

Câmara de Amparo terá 12 vereadores a partir de 2013

A justificativa dada pelos próprios parlamentares para o aumento do número de vagas no Legislativo foi de que isto não implica custos para os cofres públicos.
Os vereadores da Câmara Municipal de Amparo aprovaram, por unanimidade, na sessão de terça-feira (15), emenda que estabelece em 12 o número de parlamentares em Amparo, para o próximo mandato, a partir de 1º de janeiro de 2013.

A emenda, apresentada pelo vereador Raul Monti, depois de muito debatida internamente, substituiu as que tramitavam na Casa, de autoria dos vereadores Donizete Urbano e Dr. Tadeu, que estabeleciam em 10 e 9, respectivamente, o número de vagas para a Câmara.

A sessão, que teve início às 19h, se estendeu até meia-noite sendo suspensa diversas vezes para que houvesse consenso entre os vereadores a respeito do polêmico tema.

A justificativa dada pelos próprios parlamentares para o aumento do número de vagas no Legislativo foi de que isto não implica custos para os cofres públicos e a cidade, com mais de 65 mil habitantes e crescimento da população, principalmente em bairros afastados como São Dimas/Modelo, Distrito de Arcadas e de Três Pontes, precisa de mais representantes que atendam e solucionem os diversos problemas dos moradores dos locais mais afastados.

Fonte: Amparo News

Pedro Bigardi recebe apoio do PT nas eleições de Jundiaí

O deputado estadual e pré-candidato à Prefeitura de Jundiaí pelo PCdoB, Pedro Bigardi, recebeu oficialmente nesta quinta-feira (17), o apoio do PT para as eleições deste ano na cidade. O partido anunciou ainda o nome do vereador e ex-deputado federal Durval Orlato como vice da chapa liderada por Pedro. A coligação municipal representa uma união inédita e histórica em Jundiaí.
O evento teve a presença de lideranças políticas da região, militantes e representantes da imprensa local. Com o anúncio, o PT se une ao PSL e ao PSD, que já haviam declarado apoio à pré-candidatura comunista.

Em entrevista ao Vermelho, Pedro Bigardi afirmou que a coligação é fruto de uma ampla análise do quadro político da cidade. “Estarmos juntos já no primeiro turno representa muito mais força. Achamos que a própria empolgação da campanha levará para a cidade a mensagem de mudança e força que ela está pedindo.”

Em toda região, há um clima de grande expectativa em relação à chapa liderada pelo deputado comunista. Pedro afirma que a construção de oposição ao governo tucano – que há várias décadas está à frente da Prefeitura de Jundiaí – representa uma administração com uma maior preocupação e compromisso social. 

“Representamos a possibilidade de um governo mais transparente, que irá dialogar com a cidade. Jundiaí vive hoje sufocada pelo PSDB que não permite uma ideia diferente da deles. A cidade acabou não tendo projetos novos. Apesar de toda riqueza, Jundiaí tem tido pouca expressão. Podemos significar uma mudança, uma grande virada no modo de governar a cidade, com a preocupação de sermos um governo mais aberto.” 
Pedro elogiou ainda a indicação de Durval para vice e afirmou que o vereador tem uma trajetória política importante. “Nossas chapas são boas e têm grandes condições de eleger vereadores.”

Para Orlato, a aproximação é muito importante para a consolidação de um projeto único para o município. “Temos pensamentos muito parecidos. O Pedro é uma referência em nossa cidade e, juntos, construiremos propostas diferenciadas para essa população já cansada do mesmo grupo se revezando no poder há mais de 20 anos.” Paulo Malerba, presidente do PT municipal, afirmou que a união é fruto de manifestações da população pela “junção de forças” na cidade.

O presidente do PCdoB de Jundiaí, Tércio Marinho, destacou que a aliança “não envolve só partidos políticos, mas também muitos segmentos da sociedade”. “Temos a responsabilidade, agora, de apresentar este projeto que leve à consolidação de um governo progressista e comprometido com a promoção da justiça social”, afirmou.

Mariana Viel,
da Redação

Fotos: Paulo Grégio

13 de maio de 2012

Chapa 1 vence eleições e Buiú é confirmado presidente do SindMetal pelos próximos 4 anos

VITÓRIA INDISCUTÍVEL
Agora é definitivo e oficial. A Chapa 1 foi eleita com 71% dos votos e vai comandar o SindMetal pelos próximos quatro anos (2012 a 2016).
Agora é definitivo e oficial. Os trabalhadores da Chapa 1 (Democracia e Participação), filiada à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), foram eleitos para comandar o Sindicato dos Metalúrgicos de Jaguariúna e Região (SindMetal) pelos próximos quatro anos (2012 a 2016). Depois de uma disputa intensa com a chapa de oposição montada pelo ex-presidente da entidade, o vereador Edison Cardoso de Sá, a Chapa 1 da situação, encabeçada pelo atual presidente José Francisco Salvino, o Buiú, foi aclamada nas urnas pelos trabalhadores das fábricas da base metalúrgica e terminou eleita com 71% dos votos válidos.

A eleição foi realizada nos dias 10 e 11, através de votação nas empresas e nas sedes do Sindicato. Ao todo foram 750 votos de metalúrgicos associados à entidade. A Chapa 1 recebeu 387 votos, enquanto a Chapa 2, apoiada pela Força Sindical, teve 137 votos. Não foram computados os votos de 3 urnas por ter havido divergências relacionadas a assinaturas de cédulas entre os escrutinadores. Foram 6 votos brancos e 11 nulos.
O resultado confirma uma mudança histórica no SindMetal. Após 15 anos de comando centralizador do ex-presidente, no final de 2010 a Diretoria o afastou da presidência por irregularidades cometidas contra o Estatuto da entidade, como nepotismo, abuso de poder, uso pessoal da estrutura do Sindicato, entre outros desvios.

Inconformado com a perda do poder, Edison tentou várias vezes na Justiça retomar o cargo. Sem sucesso. Convocadas novas eleições, ele inscreveu sua chapa mas acabou derrotado nesta última sexta-feira, sendo obrigado a adiar suas pretensões de voltar ao Sindicato pelo menos até 2016.

A diretoria eleita, composta por 24 trabalhadores metalúrgicos da Região, toma posse no dia 5 de agosto.

OLHAR PRA FRENTE

O presidente eleito, Buiú, afirmou que, vencidas as eleições, agora o foco é somente em continuar melhorando o trabalho do SindMetal em defesa dos trabalhadores. “Desde que assumimos temos lutado para construir um sindicato diferente, próximo do trabalhador e incansável na defesa de seus interesses. Avançamos, o metalúrgico reconheceu isso, mas sabemos dos desafios que temos pela frente. Nossa vitória será retribuída com trabalho duro, transparência, democracia e muitas conquistas para os trabalhadores de nossa base”, disse. 

POR: BRUNO FELISBINO

26 de abril de 2012

SindMetal promove Festa dos Metalúrgicos no próximo dia 6, em Pedreira

Festa reunirá milhares de trabalhadores da Região, em comemoração ao Dia do Trabalhador 

No próximo dia 6 de maio, domingo, o Sindicato dos Metalúrgicos de Jaguariúna, Pedreira, Amparo, Serra Negra e Monte Alegre do Sul (SindMetal) realiza a 7ª Festa dos Trabalhadores. Pelo segundo ano seguido a festa será realizada no Canoa Eventos, em Pedreira, a partir das 10 horas, exclusivamente para o trabalhador associado ao Sindicato, com uma programação repleta de atrações para o metalúrgico e sua família. 

Os trabalhadores sindicalizados concorrerão a dezenas de prêmios, com destaque para moto, tablets e vários eletrodomésticos, além de desfrutarem de um farto churrasco, com chope, refrigerante e um parque com brinquedos para a criançada se divertir. 

A entrada é gratuita para o sindicalizado e sua família (dependentes indicados na carteirinha de associado). Desta forma, além de todos serem contemplados com uma grande confraternização, os trabalhadores associados terão muito mais chances de ganhar os prêmios oferecidos pelo Sindicato. 

Para participar, os metalúrgicos sindicalizados deverão retirar os convites na sede e subsedes ou com os diretores que estão visitando as fábricas. 

O presidente do Sindicato, José Francisco Salvino (Buiú), afirma que a expectativa é de uma festa ainda maior e mais bem sucedida que a do ano passado, que atraiu mais de 2,5 mil trabalhadores. Segundo ele, o objetivo é prestigiar quem ajuda a manter e fortalecer a atuação da entidade. 

“Este é um dia especial que deve ser comemorado à altura pelos nossos trabalhadores e seus familiares. Queremos proporcionar um dia inesquecível a todos os trabalhadores que confiam em nossa luta e na nova filosofia de trabalho da entidade. Por isso, nada mais justo que uma festa exclusiva para eles”, ressalta o presidente. 

Bruno Felisbino 
Comunicação SindMetal

23 de abril de 2012

10 profissionais (muito) raros no Brasil

Levantamento da consultoria EXEC mostra quais são os cargos em que mais faltam profissionais qualificados.

O descompasso entre oferta e procura por mão de obra altamente especializada não é novidade no Brasil. Mas, em algumas carreiras, este apagão de mão obra qualificada atinge níveis ainda mais preocupantes.

De tão raros, alguns profissionais são apelidados de "moscas brancas" pelos recrutadores. O termo se refere aquele tipo profissional que de tão especializado (e demandado) raramente está disponível no mercado. Se é que ele existe, em alguns casos.

Levantamento feito pela consultoria EXEC para EXAME.com mostra quais são os profissionais mais raros, atualmente, do mercado brasileiro.

Confira quem são eles

Petróleo e Gás: Engenheiros e Técnicos para Upstream


A cadeia produtiva de óleo e gás, como um todo, vive um cenário de descompasso entre oferta e procura por profissionais. Mas, de acordo com o levantamento da EXEC, encontrar mão de obra especializada para a atuação nos poços de petróleo é ainda mais difícil.

“Todo tipo de engenheiro que está envolvido em upstream (que é a perfuração de poços) está muito valorizado”, afirma Carlos Eduardo Altona, sócio-diretor da EXEC. O gargalho está na formação, altamente especializada, mas não somente.

“Esse profissional fica muito tempo nas plataformas, por isso, você precisa de um público mais jovem”, diz o especialista. Em outras palavras, profissionais que estejam dispostos a passar longos períodos longe da terra firme.

Construção: Gerentes e Diretores de Incorporação com foco na captação de terrenos


A expansão do mercado imobiliário se, por um lado, tornou mais robustos os cofres das incorporadoras, por outro, tornou a disponibilidade de espaços para novas construções ainda mais diminuta.

Por isso, para encontrar esses locais é preciso um olhar clínico e muita experiência. Resultado? Faltam profissionais capazes de identificar esse tipo de área. “Os diretores de incorporação com foco em captação de terrenos têm uma visão ampla do mercado e são conectados para saber onde estão as áreas disponíveis”, afirma Altona.

Mas isso não é tudo. O profissional que atua neste tipo de cargo precisa ter um bom relacionamento com as prefeituras das cidades dos terrenos em questão e uma elevada capacidade de negociação.

“Tem que ter um perfil comercial, negociador. Tem que gostar de negócios. Normalmente, este profissional é criado e formado em uma incorporadora”, afirma o especialista.

Geração de energia: gerentes e engenheiros de obras


Para os projetos de geração de energia, o gargalho está no nível de especialização que esta missão requer. De acordo com Rodrigo Forte, sócio-diretor da EXEC, dois tipos de profissionais são requeridos, porém raramente encontrados para esses megaempreendimentos.

Um deles é o engenheiro civil com experiência em grandes obras. O outro, o engenheiro mecânico, que tem a missão de instalar turbinas, geradores e todos os outros elementos para a geração e distribuição de energia.

Mas o caráter técnico não é o único fator que torna esses profissionais raros no mercado. “Essas obras são implantadas em locais isolados. Eles precisam estar dispostos a ficar bastante isolados por um tempo”, diz Forte.

Segundo o especialista, o cenário complica ainda mais quando os projetos englobam novas modalidades de energia, como a eólica. “O Brasil é muito tradicional em hidroenergia, quando você parte para outras formas, não há tantos profissionais capacitados”, afirma.

Agronegócio: Gerentes Agrícolas


A chegada de empresas multinacionais ao mercado sucroalcooleiro no Brasil deu um chacoalhão nas usinas tupiniquins. Até então, as empresas do setor eram formatadas em modelos de gestão tipicamente familiares. Com o novo cenário, tiveram que se profissionalizar.

E os gerentes agrícolas ganharam um papel de destaque nesta nova fase. Isso porque “estima-se que entre 60% a 70% do custo operacional de uma usina é a área agrícola. É aí que se consome mais investimento”, afirma Forte, da EXEC. Com isso, uma estratégia mal direcionada no campo e pronto: bilhões de dólares desperdiçados.

“O gerente agrícola é responsável por buscar a melhor produtividade com o menor custo. Ele tem a responsabilidade técnica sobre um orçamento muito grande”, afirma o especialista.

O trabalho vai desde selecionar o tamanho da área a ser cultivada, a determinar quais espécies de cana de açúcar serão plantadas, passando por escolha de fertilizantes de noções de condições climáticas. “É uma área com muitas variáveis”, diz Forte. Fatores suficientes para incluir os gerentes agrícolas na lista dos moscas brancas dos recrutadores.

Gerentes de Planejamento Tributário (impostos indiretos)


Diante de uma das cargas tributárias mais complexas do mundo, as multinacionais que acabam de desembarcar no Brasil estão, literalmente, à caça de profissionais especializados em planejamento tributário que saibam tudo sobre impostos indiretos.

“Os impostos indiretos são aqueles que incidem sobre as operações”, diz Altona, da EXEC. “O entendimento desta legislação pode mudar desde a composição de um produto até a localização de centros de distribuição”.

Para desempenhar este papel, o profissional deve entender muito do negócio em questão e saber, em detalhes, toda a legislação. Além, é claro, de inglês fluente (para atender as multinacionais) e capacidade de fazer planejamento tributário estratégico.

“As empresas, no Brasil, não tem uma cultura de planejamento tributário”, diz o especialista. Mas, com esse profissional podem economizar, dentro da lei, milhões de reais.

Gerentes de Planejamento Tributário: planejamento internacional outbound


Mais e mais companhias nacionais estão desembarcando operações em outros países. “Do ponto de vista tributário, as companhias precisam saber como constituir essas novas operações de modo a economizar impostos”, diz Altona.

Por isso, cresce a demanda por profissionais especializados em planejamento tributário que saibam tudo sobre as peculiaridades do sistema tributário dos países destino. “Como você aprende isso? Na prática. Geralmente, essas pessoas tiveram uma formação fora do Brasil”, afirma.

Tecnologia: Gerentes de Vendas para América Latina


Nos últimos anos, o Brasil virou a sede de muitas empresas com operação na América Latina. “Isso é muito visível na indústria de tecnologia, mas há poucos executivos que tenham uma real experiência no desenvolvimento de negócios para a América Latina”, diz Forte.

Resultado? Faltam profissionais que compreendam as peculiaridades de cada país latino americano, saibam desenvolver estratégias de negócios de acordo com essas diferenças, tenham espanhol fluente e, principalmente, profundos conhecimentos de tecnologia.

Tecnologia: Engenheiros especializados em cloud computing


Até pouco tempo atrás, apenas promessas de um futuro promissor embalavam as decisões de quem decidia se especializar em computação em nuvem.

Os tempos mudaram (na velocidade da luz) e, hoje, engenheiros que saibam desenvolver aplicativos para dispositivos móveis e para a nuvem estão mais do que em alta no mercado.

De acordo com os especialistas, cada vez mais busca-se engenheiros com um bom background técnico e conhecimentos em cloud computing. “É uma evolução da internet que temos hoje”, diz Altona.

Tecnologia: Gerentes de Serviços


“Cada vez mais a tecnologia é uma commodity e os vendedores precisam estar preparados para vender não só o produto, mas a solução como um todo”, diz o especialista. Nesse quesito, os gerentes de serviços de tecnologia assumiram um papel essencial na pré e pós-venda.

“Eles estão assumindo uma abordagem consultiva para customizar a solução da companhia para a necessidade do cliente”, afirma. Na prática, tecnologia não é suficiente para atender a esta demanda. É preciso compreender, com profundidade, os negócios dos clientes para propor as melhores soluções.

“Ele tem que entender do produto, das possibilidades e também do negócio dos clientes”, diz.

Educação/Editorial: Gerentes de Vendas

“O mercado de educação cresce muito no Brasil. Há empresas estrangeiras comprando universidades e o governo que, bem ou mal, cada vez mais cria programas para investir em educação”, diz Altona. “É um mundo de oportunidades”.

Mas faltam gestores com experiência no setor e capazes de desenvolver negócios com o governo. “O executivo precisa conhecer a secretaria de educação, as leis específicas e ter uma atuação sofisticada em marketing”, afirma o especialista.

Fonte: Exame

1º de Maio Unificado definirá bandeiras de luta da classe trabalhadora


A ideia é estabelecer em todo o país um dia de lutas, com o sentido de dialogar com toda a sociedade a necessidade de obter mais conquistas para a classe trabalhadora. 
“Desenvolvimento com menos juros, mais salários e empregos”. Essas são as palavras de ordem oficiais do 1º de Maio Unificado de 2012. Mas a pauta com as prioridades de luta das centrais sindicais não se encerra nesse slogan e na festa que marca o Dia do Trabalhador. Durante a comemoração, será definido um calendário de lutas e a pauta de interesse dos trabalhadores e trabalhadoras.

Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, é importante que esse mesmo procedimento ocorra em todos os estados em que as centrais sindicais se reunirem para comemorar o 1º de Maio. “Faremos isso em nosso ato na cidade de São Paulo, mas temos que reproduzir essa luta em cada estado da federação”, propôs.

A ideia é estabelecer em todo o país um dia de lutas, com o sentido de dialogar com toda a sociedade a necessidade de obter mais conquistas para a classe trabalhadora. Nesse sentido, cinco itens ganharão destaque:

- Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários;

- Reforma agrária;

- Valorização do serviço público e do servidor público;

- Continuidade do processo de redução da taxa de juros;

- Fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias.

Grito de alerta

Além desses pontos, as centrais sindicais também darão destaque ao movimento Grito de Alerta, que tem percorrido o Brasil apontando o processo de desindustrialização vivido no país.

“O projeto de desenvolvimento que defendemos exige uma indústria forte, com bons empregos, que valorizem o trabalhador e a trabalhadora. O 1º de Maio é um dia de festa, mas também é uma data para refletirmos sobre o país que queremos para o nosso futuro”, sustentou Wagner Gomes.

Ao longo do mês de abril, confira aqui no Portal CTB como e onde serão realizados os festejos do 1º de Maio Unificado por todo o Brasil. Em São Paulo, são esperadas dois milhões de pessoas, na Praça Campo de Bagatelle, das 7h às 18h.

Fonte: Portal CTB


    5 de abril de 2012

    Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria reúne 90 mil

       Foto; Tiago Maestro (Mtb 58673)

    “Estou aqui pelo Brasil, pela indústria e pelos trabalhadores”, disse ao Vermelho, emocionado, José dos Santos (38), metalúrgico desempregado da Região do ABC, que chegou às 5 horas da manhã para participar do Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria, que foi realizado nesta quarta-feira (4), no pátio da Assembleia Legislativa de São Paulo. 

    De São Paulo, Joanne Mota

    O evento, que foi marcado pela execução do Hino Nacional, cantado por cerca de 90 mil pessoas, é resultado de diversos debates que formalizaram um “Pacto pelo Desenvolvimento, com geração de Emprego e Renda” entre as centrais sindicais e o setor produtivo. Dentre as reivindicações apresentadas durante o ato estão o fortalecimento da indústria nacional, a garantia e valorização do emprego, a redução dos juros e o controle do câmbio.

    “A montanha pariu um rato”, foi como resumiu Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ao mencionar o pacote de medidas apresentado pelo governo nesta terça-feira (3). “O Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria é para avisar que os trabalhadores, bem como o setor produtivo, estão atentos ao nosso maior problema, que é a atual política macroeconômica - juros, câmbio flutuante e superávit primário. O pacote apresentado ontem contém uma ou outra medida positiva, mas está aquem do defendido pelos trabalhadores”.
    Segundo ele, essa mobilização reflete a luta organizada por medidas que atuem diretamente na questão estrutural. Medidas que sejam mais do que pontuais, que tenham o Estado como indutor e se configurem como política de longo prazo. “Precisamos garantir nossa indústria, pois um país sem indústria está condenado a ser um país fraco e atrasado. Firmamos um pacto pelo trabalho e pela indústria, porque queremos um país forte e com bons empregos e oportunidade para o seu povo”, afirmou.

    Wagner explica que o pacote prevê a desoneração da folha de pagamento para 15 ramos de atividade, com a extinção da contribuição previdenciária patronal (20% dos salários) e sua substituição por um imposto sobre o faturamento, com alíquota entre 1 e 2%. Estabelece, ainda, entre outras coisas, a redução dos juros cobrados pelo BNDES no Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), cotas de importações para o setor automotivo e prioridade para a indústria nacional nas compras governamentais.
    O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força), reafirmou que as centrais continuarão com as manifestações até que o governo se pronucie e enfrente a política macroeconômica. “As medidas até aqui oferecidas não respondem ao que reivindicamos. Esse ato, que já ocorreu em dois estados, é apenas o começo, os trabalhadores estão unidos e juntos continuaremos a pressionar o governo. Nossa próxima parada será a Bahia e lá reafirmaremos mais uma vez nossa insatisfação com as medidas econômicas implementadas em nosso país”. 

    Setor produtivo

    “Não estamos aqui como empresários ou sindicalistas, estamos aqui como brasileiros, e como tais lutaremos juntos para garantir o desenvolvimento do nosso país”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao falar sobre a realização do Grito de Alerta. Ele acrescentou que “não há como admitir mais a atual política econômica, pois é escandaloso o processo de desindustrialização que ocorre no Brasil. Juntos, lutaremos pelas reformas necessárias e garantiremos o fortalecimento desse setor tão estratégico para o país”.

    Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), destacou que alguns passos já foram dados, especialmente no que se refere à desoneração da folha de pagamento. No entanto, ele frisou que o governo deveria incidir em dois pontos essenciais - câmbio e juros -, que nem foram tocados. “Está em curso um violento processo de desindustrialização, que é impulsionado pela ausência de competitividade, causada pelos juros, câmbio e tributos. Desse modo, toda a indústria perde, e quando a indústria brasileira perde, todo o país perde junto”. 

    Lutar pelo emprego e lutar por reformas

    Nádia Campeão, presidente estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP), falou ao Vermelho que essa manifestação reflete um processo contínuo de mobilizações, que aglomera diversos setores da sociedade em todo o país. “Fazer um ato como esse no maior centro de produção do país além de simbólico, demonstra que a sociedade civil assume seu papel na luta pelo desenvolvimento do país. Lembrando que a defesa da economia nacional compõe uma luta maior que é a da reformas estruturais, essa questão da produção, do emprego e da valorização do trabalho se configura como um dos núcleos mais importantes de mudanças que o Brasil precisa enfrentar”, agrega. 

    O secretário Sindical nacional do PCdoB, Nivaldo Santana, que também é vice-presidente da CTB, afirmou que a unidade das centrais sindicais com o setor produtivo é importante e abre caminho ao desenvolvimento com valorização do trabalho. 

    “Já alcançamos uma vitória, obrigando o governo a anunciar um conjunto de medidas de estímulo para a indústria. Mas há certo consenso de que as medidas foram positivas, porém insuficientes. Queremos uma política industrial mais ampla, que recupere a competitividade da indústria brasileira e isso quer dizer repensar a atual política macroeconômica”.

    Fórum de Mulheres

    Raimunda Gomes (Doquinha), secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, que abriu a bateria dos discursos do Grito de Alerta, salientou a forte participação das mulheres nesta importante manifestação. “A luta das mulheres não perdeu de vista setores como o da indústria. Estamos aqui hoje por entender a importância da luta pelo emprego e por saber que o processo de desindustrialização em curso gera desemprego, e quando isso acontece as mulheres são as primeiras a perder seus postos de trabalho”. 

    Ele informou que no último dia 29 o Fórum de Mulheres lançou em Brasília, durante ato das mulheres no Senado Federal, uma moção de apoio pela defesa da indústria nacional, contra a desindustrialização e pela unicidade sindical.


    Agenda

    Wagner Gomes informou que a mobilização da classe trabalhadora prosseguirá com outros atos pelo país, e já estão agendados para os próximos dias a realização em Salvador, Manaus, Fortaleza, Belo Horizonte e Brasília, que encerra as atividades.

    Amparo completa 183 anos dia 8; veja programação

    No domingo (8) a cidade de Amparo completa 183 anos. Confira a programação especial que foi preparada para a comemoração da data.

    Dia 07/04 - Sábado
    Shows em comemoração ao aniversário da cidade
    Senati e Samuel
    Joel e Geovan
    Master Banda Show
    Local: Palco da Rádio (Praça Pádua Salles)
    Horário: a partir das 19h00

    Dia 14/04 - Sábado
    BMX Park Contest
    Categorias Mirim e Iniciantes
    Local: Pista do Parque Linear
    (Av. Dr. Carlos Burgos)
    Horário: a partir das 08h00 

    Dia 15/04 - Domingo
    BMX Park Contest
    Categorias Mirim e Iniciantes
    Local: Pista do Parque Linear
    (Av. Dr. Carlos Burgos)
    Horário: a partir das 08h00
    Cerimônia Cívica com a presença do Tiro de Guerra
    Local: Praça da Prefeitura de Amparo
    (Av. Bernardino de Campos, 705-centro)
    Horário: 09h00
    Apresentação especial de fanfarras das Escolas Colégio Alternativo, E.E. Noedir Mazini e ETEC João Belarmino
    4º Concurso de Fanfarras e Bandas de Amparo e 1º do ano de 2012 do Estado de São Paulo
    Local: Av. Bernardino de Campos, 705
    (em frente à Prefeitura de Amparo)
    Horário: a partir das 09h00

    Dia 21/04 - Sábado
    Skate Street
    Categorias Mirim e Iniciantes
    Local: Pista do Parque Linear
    (Av. Dr. Carlos Burgos)
    Horário: a partir das 08h00
    Dia 22/04 - Domingo
    Skate Banks – Categorias Mirim / Iniciantes / Amador
    Local: Pista do Parque Linear
    (Av. Dr. Carlos Burgos)
    Horário: a partir das 08h00

    Dia 01/05 - Terça-feira
    Final do Torneio do Trabalhador
    Local: Rio Branco Esporte Clube
    (Av Saudade, 314)
    Horário: 09h00

    Fonte Amparo News.

    27 de março de 2012

    Face da Morte e GOG - Televisão.

    Vídeo mostra o domínio da TV sobre a população. Realidade cruel através das fotos. Vale a pena conferir.


    Por Paulo Lippi.

    26 de março de 2012

    Sarau Hip-Hop: a exaltação dos versos


    Botas rachando o asfalto, som de poesia ainda na cabeça alto! Ligo o som do carro, Zezé Motta e Luiz Melodia chegam com suas dores de amores. Eu, cheia de dores de dores, me sinto armada até os dentes depois do meu primeiro sarau Hip-Hop. Com a música e os livros da Nação, tenho a cura no coração. 

    Por Christiane Marcondes

    Para quem estranhar esse “repente”, garanto que é impossível vivenciar o Hip-Hop e não ficar contagiada pelo verso e reverso do cotidiano melodia na periferia da história. Foi o que descobri com o Toni C., quando o acompanhei nesta terça-feira (6) ao Sarau Suburbano, em São Paulo. 

    Neste mês de março, Toni C. está cumprindo a maratona de 17 eventos seguidos para o lançamento do seu romance O Hip-Hop Está Morto! É o terceiro livro que assina, e esse já foi bater em Princeton, Harvard, segundo conta, está indo pelas universidades do mundo. “Não fiz um curso superior, mas meu livro foi com as próprias pernas aonde eu nunca pisei”, revela. E aproveita para dividir o “filho” com todos os companheiros: “A história não é minha, cada um conta de um jeito”, explica.

    No sarau do Coletivo Suburbano, segundo andar de um prédio na Bela Vista, fico conhecendo a livraria Suburbano, “a única do país especializada em literatura marginal”. Alessandro Buzo, o dono, é veterano no movimento e autor de vários livros, me pergunta se vou declamar. Vai montando, assim, a lista das pessoas que se apresentarão na noite. Logo anuncia que vai começar.

    Tomo um chá verde, enquanto me acomodo na cadeira e me desacomodo na vida. Toni C. abre a sessão, em uma atitude Hip-Hop, não toma a palavra, oferece. Pergunta se há algum descontente e o coro dos descontentes vai se articulando. Críticas sociais. Mostram que a realidade dos guerreiros poetas é dura, eles são pobres, camelam, tiram poesia do drama, tiram alegria da mesma fonte. 

    A produção cultural é imensa, livros, grafites, camisetas e eventos sem fim. E é própria, sai do bolso mesmo, não tem moleza. Por isso todos, no improvisado auditório, são um pouco artistas, alguns mais, outros menos. Vão soando os gritos de guerra, “quem não luta está morto” é o lema maior.

    Buzo reforça a importância de colocar arte no mundo e avisa: “a revolução não será televisionada, mas escrita por nós”. Com a declaração, ele leva o Hip-Hop da marginalidade para o centro da ação histórica. 

    Firmeza? Esse é o cumprimento usual seguido por um tapinha nas costas ou outro tipo de toque entre mãos. Observo a chegada de retardatários. Há calor humano em cada contato, físico ou visual, há admiração genuína nos elogios trocados, essa força leva o movimento pra frente.

    Viva Toni C.
    O livro do Toni C. está dando o que falar, e não é só pelo título polêmico, mas pelo estilo que captura o leitor na primeira linha. Depois de ler o livro, descobri que ele não acaba na última página, continua no pensamento da gente, plantando ideias. Em meio ao sarau, consegui um tempo com o escritor para uma entrevista, acompanhe a seguir:

    Vermelho - O Hip-Hop e a burguesia vivem, como no seu livro, um caso eterno de atração e repulsa? (estou falando da Samara, loira, rica, que chega para pegar o que precisa e sai sem olhar pra trás contente com o que teve...). Há um risco da burguesia (indústria cultural) “matar” o Hip-Hop ou esta é uma história de guerra que não acaba? 

    Toni C. - As pessoas por vezes parecem espantadas e se incomodam com esses aspectos de conflitos sociais traduzidos na arte. Mas não fui eu quem inventou esta guerra. Que está retratada em meu romance, mas também está em qualquer esquina, é comum a gente tropeçar em gente vivendo nas ruas enquanto uns passeiam de helicóptero ou em automóvel de luxo blindado. Essa não me parece uma guerra eterna, a guerra acaba quando o oprimido se libertar e libertar também seu opressor.

    Vermelho - De onde saiu o Pepeu, precursor do movimento no Brasil, em 1985? Se o Hip-Hop, como você descreve no livro, “nasceu do que existia, incorpora o que vem, tecnologia, elasticidade”, que cara ele tinha há 26 anos? Como ele se modificou e quanto cresceu desde o início?

    Toni C. - Pepeu foi o primeiro rapper a gravar um disco solo no Brasil. Ele surge dos versos de improviso, das rimas para animar festas. A coisa começou descontraída e foi ficando séria. Agora o fundamental para mim não é de onde veio, mas aonde ele foi parar: Pepeu é a história viva.

    Vermelho - Internamente, o Hip-Hop representa uma “maneira inteligente das gangues resolverem suas diferenças sem a necessidade de violência física”; externamente, ele aparece como o “tambor moderno chamando para a guerra cotidiana”. Como é essa paz aguerrida? O Hip-Hop representa mais uma força entre os movimentos que lutam pela mudança do sistema e, portanto, ele tem a missão de provocar e nunca irá ser absorvido pela indústria?

    Toni C. – Eu, quando vejo imagens ou presencio a atuação da polícia em ações como a invasão da PM no campus da USP, na operação da cracolândia, na desapropriação da favela do Pinheirinho, ou no show dos Racionais Mc's durante a virada cultural de 2007, não consigo deixar de reparar a assustadora semelhança dos capacetes, bombas, balas e nos escudos escrito CHOQUE! Percebo que eles nos tratam todos como iguais, mas nós ainda temos muito foco nas nossas diferenças. O mano que sente na pele o racismo, a irmã que luta pelas questões das mulheres ou o cara sensível das causas ambientais quando se derem conta que enfrentam um inimigo comum, se tonarão imbatíveis.

    Vermelho – “Quem lê demais não tem pensamentos próprios”. Por que isso é Hip-Hop? Soou dissonante pra mim, recém-iniciada...

    Toni C. - A erudição e o conhecimento que servem para libertar hoje estão nas mão dos que aprisionam. O Hip-Hop ensinou pra mim e para toda uma geração muito mais que as instituições formais de ensino. Hoje temos advogados, parlamentares, médicos, pensadores em todas as áreas e o Hip-Hop foi quem ensinou a nós quem foi Malcom X, Nelson Mandela, Martin Luther King, Stive Biko, Zumbi dos Palmares e tantos outros que os livros escolares insistiam em esconder. Agora somos nós que escrevemos nossa própria história, como diz o grupo Inquérito: "Se a história é nossa, deixa que nóis escreve".

    Vermelho - O Criolo é Hip-Hop?

    Toni C. - Criolo é um parceiro que sempre encontrei nos eventos, rinhas de Mc's, nos saraus. É um cara do Hip-Hop faz tempo, o grande público foi que conheceu ele ontem. Mas de talentoso igual a ele as periferias estão cheias. Talento invisível, desperdiçado é o que mais tem por aqui, ainda bem que temos caras como Criolo e Emicida que conseguiram furar o bloqueio para provar que estou certo.

    Vermelho - Afinal, existe um quinto elemento no Hip-Hop, como você apontou no livro, além de poesia, grafite, dança e política?

    Toni C. - Hip-Hop para mim está no campo da filosofia, psicologia, sociologia. Tudo isso mixado com nossa rica cultura. Essas coisas não são estáticas como na metafísica. Hip-Hop é dialética e o quinto elemento só pode existir se ele questionar inclusive a própria existência. 

    Vermelho - Posso chamar o Hip-Hop de Rap, na intimidade, ou Rap é “outra pessoa”? Um parente próximo?

    Toni C. - O Hip-Hop e o Rap às vezes são tratados como sinônimos, mas você como jornalista sabe que nenhum sinônimo tem equivalência absoluta. O Rap está mais para um filho do Hip-Hop, eu penso. O Rap é um estilo musical, Hip-Hop em sua definição clássica é um movimento socio cultural, formado pelo DJ e MC responsáveis pela música, mas também pelo Graffiteiro e o B.boy, artes plastícas e a dança respectivamente. 

    Vermelho – “Vai na fé” parece mais que força de expressão, né? Por que o Hip-Hop tem essa ligação com religião? E como é essa ligação efetivamente?

    Toni C. - Porque o Hip-Hop no Brasil é feito por um povo que vem de muitas nações e tem, além da religiosidade, a capacidade de fundir crenças num sincretismo único, que se soma à origem afro do movimento, portador de tradições como patuá. Na prática, você tem em um único show um grupo gospel seguido por um com forte influência das religiões afro, e isso não vira "guerra santa". 

    Vermelho - O Hip-Hop concorre no mercado com outros ritmos, como o reggae, que entrou no final do teu livro, ou ele tem outra proposta de avanço na sociedade?

    Toni C. – Quando visto de dentro, Hip-Hop não é apenas um ritmo, imagino que nem o Reggae. Em termos de mercado, onde a indústria caolha só enxerga o lucro, seriam concorrentes, se tanto o Reggae ou o Hip-Hop tivessem oportunidades de mostrarem suas produções e tivessem espaço de divulgação. O grupo Racionais Mc's vendeu mais de um milhão de cópias, sem precisar se submeter à "indústria". Isso não tira a força do Reggae e do Samba, por que eles não são concorrentes do Rap, no fundo somos todos um só. 

    Para entrar no clima

    Akins Kinte - "Valeu!" (declamou durante o sarau de terça)

    #PoucasPalavras - Grupo Inquérito



    Fonte Vermelho.

    22 de março de 2012

    Jaguariúna realiza audiência pública para discutir cobrança de pedágios.

    A mobilização da sociedade em relação à política de tarifas de pedágio praticada pelo governo estadual terá um novo capítulo em Jaguariúna no próximo dia 12 de abril. Por iniciativa do Movimento Contra os Pedágios Abusivos no Estado de São Paulo, uma audiência pública aberta a toda comunidade regional será realizada no Auditório do Campus II da Faculdade de Jaguariúna – FAJ – para debater o novo sistema de cobrança que está sendo implantado pelo governo de São Paulo nas rodovias, batizado de Ponto a Ponto. 

    O início dos testes dessa nova forma de cobrança de tarifas de pedágios está previsto para abril próximo. O Ponto a Ponto vai ser usado para cobrar o pedágio por trecho percorrido. O sistema opera por uma tag (tarja eletrônica) instalada em cada carro. Os portais de pedágio que serão instalados nas rodovias vão ter antenas para detectar as tags e o valor do trecho vai ser debitado de uma conta informada pelo motorista. 

    A cidade de Jaguariúna e as vizinhas estão entre as mais prejudicadas em todo o Estado pelos altos valores das tarifas, pois estão interligadas com Campinas e inseridas na Região Metropolitana. “Em pouco mais de 20 quilômetros rodados, pagamos quase 20 reais entre a ida e a volta. É um valor irreal", critica Claudia Alessandrini, coordenadora do movimento popular contra os pedágios na cidade. “Jaguariúna possui milhares de pessoas que trabalham, estudam ou vão a centros médicos e hospitais de Campinas e que são altamente prejudicadas pelos valores abusivos", continua ela, que espera a presença de um grande número de pessoas para o debate. 

    Os debates públicos nas cidades da RMC têm a finalidade de fazer um diagnóstico dos impactos das praças de pedágios considerando peculiaridades locais, para a elaboração de documentos que serão encaminhados à Comissão de Transportes e Comunicação da Assembleia Legislativa, através da deputada estadual Ana Perugini (PT). Também é uma forma de reforçar a luta dos movimentos sociais e avançar no embate com o Governo, na busca das mudanças necessárias no modelo de concessão de rodovias paulistas, afirmam os coordenadores. 

    SOCIEDADE DEVE PARTICIPAR 

    José Matos, coordenador do Movimento Contra os Pedágios Abusivos no Estado de São Paulo, afirma que a população precisa ser ouvida antes da implantação do novo sistema eletrônico de cobrança. 

    “O sistema Ponto a Ponto ainda não se trata da cobrança por quilômetro rodado como tem sido alardeado, mas é uma forma que o Governo de SP encontrou para desmembrar uma praça de pedágio em vários trechos da rodovia, por meio de pórticos (leitores dos chips nos veículos) para tarifar o usuário por trecho percorrido entre um ponto e outro”, explica Matos. “No entanto, a sociedade precisa discutir a localização desses pórticos da forma mais vantajosa para a cidade, sendo esse um dos objetivos dessas audiências. A sociedade deve dizer o que é mais adequado e não aceitar da forma como vem sendo feito, sem nenhuma discussão com as comunidades envolvidas”, conclui. 

    Informações: 

    Audiência Pública sobre a cobrança abusiva dos pedágios 
    Data: 12 de Abril 
    Início: 19h 
    Local: Auditório da FAJ – Campus II 
    Rodovia SP-340 (Adhemar de Barros), Km 127 - Jaguariúna 

    Bruno Felisbino
    Mtb 51682-SP
    Assessoria de Comunicação do SindMetal Jaguariúna e Região
    (19) 3837-8600

    PCdoB de Pedreira comemora 90 anos de história do partido.

    O Partido Comunista do Brasil – PCdoB – completa 90 anos neste domingo, 25 de março. É a organização política de vida mais longa de toda a história do país, ligada aos anseios dos trabalhadores e do povo por um ideal de sociedade igualitária. 

    Para marcar a data, os militantes do partido em Pedreira organizaram um ato no último domingo, 18, para lembrar os 90 anos de história e os desafios do partido no futuro próximo com a disputa das eleições municipais de outubro. A direção municipal vem realizando um trabalho visando o fortalecimento da militância e de novos quadros que possam levar o partido a ter representantes na Câmara Municipal e influenciar nos rumos da cidade. 

    O presidente do PCdoB de Pedreira, Valdir Pereira Silva, destacou que o PCdoB é hoje uma força reconhecida e prestigiada, com um importante ativo político e moral, forte presença junto aos trabalhadores, influência predominante na juventude, e participação crescente nas Câmaras, Prefeituras e no governo federal, ocupando uma pasta importante que é a dos Esportes. 

    “Os 90 anos do PCdoB representam 90 anos de luta dos trabalhadores e do povo. Todos esses anos foram dedicados por pessoas que deram suas vidas por uma sociedade mais justa e democrática. Temos orgulho dessa história e vamos continuar lutando para ajudar a transformar Pedreira numa cidade melhor para viver”, afirma Valdir. 

    Laercio Teodoro, dirigente sindical e membro da direção do partido, frisou que Pedreira criou somente 61 novos empregos com carteira assinada em 2011, segundo dados do Ministério do Trabalho. “É muito pouco. Precisamos ter oportunidades para o nosso povo, com a vinda de indústrias e novos empregos. A cidade precisa voltar a oferecer condições para que os moradores possam permanecer e melhorar de vida aqui”, disse ele às dezenas de militantes presentes. 

    A comemoração contou com a presença de vários trabalhadores filiados ao partido, representantes da ala jovem, além do presidente do SindMetal Jaguariúna e Região, José Francisco Salvino, o Buiú, do presidente do PT de Pedreira, Celso Leite, e dos pré-candidatos a prefeito do município, Carlos Pollo, e a vice, André Cavicchia. 

    Carlos exaltou a aliança histórica do PT com o PCdoB na construção de um Brasil democrático e justo. “Parabenizo ao PCdoB por esses 90 anos de história e pela luta do partido pela transformação de Pedreira”, disse. 






    Bruno Felisbino
    Mtb 51682-SP
    Assessoria de Comunicação do SindMetal Jaguariúna e Região
    (19) 3837-8600

    Dia mundial de combate ao racismo: movimento aponta desafios.

     
    Para lembrar a morte de 69 jovens no dia 21 de março de 1960, em Joanesburgo, capital da África do Sul, que ficou conhecido como o Massacre de Shaperville, e marcar a luta contra o preconceito racial no mundo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu este como Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial.

    Cerca de 20 mil pessoas saíram às ruas para protestar contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão com os locais por onde era permitida sua circulação. Apesar de tratar-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo contra a multidão, resultando em 69 mortos e 186 feridos.

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    Passados 52 anos do massacre na África do Sul, antigos exilados e presos políticos que se tornaram heróis da pátria já assumiram o comando do país. Atualmente, o país africano trabalha pela reconciliação e para existência de uma nação multirracial.

    “Agora, o desafio é promover o desenvolvimento econômico dos países africanos, a luta contra desigualdade e contra a pobreza. Sob a inspiração da luta contra o apartheid, nenhum estado nacional na atualidade tem leis oficialmente racistas ou segregacionistas”, ressaltou Edson França, presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro).

    No Brasil, o historiador e militante do movimento negro lembra que as conquistas de negros e negras são fruto da mobilização da sociedade civil desde a década de 1970, quando ganharam as ruas e integraram organizações partidárias para denunciar o racismo e a opressão sofrida.

    “O movimento negro é o principal protagonista da luta pela emancipação da população negra. Há alguns anos, durante o governo Lula, os movimentos conquistaram uma secretaria nacional de políticas de promoção da igualdade racial, a Seppir. Daqui pra frente, é preciso organizar as demandas, apresentar propostas que se constituam em reais soluções aos problemas apresentados, acompanhar a implantação e avaliar os impactos das políticas”, avaliou Edson, que lamenta a baixa representação negra nas casas legislativas.

    A entidade fez um levantamento sobre a representação negra no legislativo brasileiro, que constatou a existência de apenas 43 deputados federais auto-declarados negros. Ou seja, 8,4% do total de 513 parlamentares, num país onde o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou mais de 50% da população auto-declarada negra ou parda.

    Segundo a Unegro, existem sete Estados sem negros em suas Assembleias Legislativas. São eles: Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas e Mato Grosso do Sul.

    Em um comunicado divulgado nesta quarta-feira (21), para lembrar os 9 anos da Seppir, a ministra Luiza Bairros ressaltou a importância do engajamento político.

    "Daí a importância do engajamento partidário que, no processo eleitoral, poderá fazer avançar o cumprimento do Estatuto, essencial à democracia e à superação das desigualdades raciais - o núcleo mais resistente das nossas desigualdades”, declarou Luiza Barros, referindo-se ao fato de que a eleição deste ano será a primeira depois da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, instituído pela Lei 12.288, em julho de 2010.

    Para comemorar os nove anos da secretaria, um debate aconteceu durante a tarde, que abordou o tema "O Estatuto da Igualdade Racial e as Eleições Municipais". Um show também está programado para o início da noite.

    Exemplos contemporâneos

    Um exemplo de mobilização recente contra o preconceito é o Núcleo de Consciência Negra, que há 25 anos atua em um barracão dentro da Universidade de São Paulo (USP) promovendo atividades sobre o tema como cursos, palestras, oficinas e debates, além de atrações culturais.

    Há alguns meses, o local vem sendo alvo de pressões da reitoria da Cidade Universitária que iniciou uma campanha para a retirada da entidade do local. A reitoria nega na grande mídia que seja preconceito e afirma que a decisão é parte de uma reorganização do campus, no Butantã. O Vermelho já entrou em contato com a reitoria em diversas ocasiões e nunca obteve retorno.

    Para permanecer dentro do campus, a instituição fez uma série de exigências ao Núcleo, que anteriormente utilizava o nome da USP em sua razão social e precisou retirar para cumprir com as exigências.

    “Depois de muito tempo insistindo com a reitoria, conseguimos realizar uma reunião hoje (21). A comissão que representa a reitoria disse que vai avaliar as modificações realizadas. Esperamos dar um fim a essa questão o quanto antes e avançar nas conversas para firmar um convênio entre o núcleo e a USP para a realização de nossas atividades”, explicou ao Vermelho Leandro Salvático, coordenador do Núcleo de Consciência Negra. 

    Na sexta-feira (23), acontece a Festa-ato de Resistência Contra a Demolição do Barracão. A partir das 16h, serão realizadas oficinas de expressão visual, com o cartunista Latuff e fanzineiros Stefano e Daniel, e oficina de grafite.

    A partir das 18h, está marcado o seminário A Resistência Negra no Brasil com a participação de Milton Barbosa, um dos protagonistas do Movimento Negro Unificado; de Wilson Honório, do Pinheirinho (São José dos Campos), de Luiz Gonzaga da Silva, o Gegê, do movimento de moradia; dos professores da USP Maria José Menezes, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), e Dennis de Oliveira, da Escola de Comunicação e Arte. 

    Leandro reconhece os avanços do movimento negro, mas reforça que para continuar avançando é preciso manter as mobilizações e estar sempre atento para os acontecimentos.

    “A luta está avançando. Mas ainda é preciso empenho e muita luta para garantir condições iguais de acesso às universidades, aos cargos públicos, na sociedade de maneira geral. Aqui dentro (da universidade) o preconceito existente fora dos muros se reflete”, completou Leandro.

    Discriminação é notícia constante

    Muitos casos recentes podem ilustrar a presença da discriminação racial no Brasil. Sábado (17), o ajudante de caminhoneiro Ivan Romano, 43 anos, foi espancado por dois rapazes em uma praça no município paulista de Embu das Artes. “Disseram que iam me matar. Eles falavam: 'Agora nós vamos te matar, seu negro, macaco’. Pisavam na minha cabeça e falavam: ‘Agora, macaco, você vai morrer'”, lembrou Romano, que só foi salvo porque sua namorada, Natália Gonçalves, 46, chamou a polícia, que chegou a tempo. Câmeras instaladas no local registraram o crime.

    Outro exemplo, de 2011, aconteceu com a estudante Ester Elisa da Silva Cesário, 19 anos, que foi forçada por superiores a alisar o cabelo para manter “boa aparência” quando trabalhava no Colégio Internacional Anhembi Morumbi, em São Paulo. Ela registrou boletim de ocorrência (BO) em 24 de novembro, na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) e recentemente declarou que está tendo difiiculdade para encontrar trabalho.

    De São Paulo
    Deborah Moreira, com agências

    19 de março de 2012

    Único hospital de Serra Negra, vai a leilão para pagar dívidas


    O prédio e o terreno do Hospital Santa Rosa de Lima, que pertence à Associação da Santa Casa de Misericórdia, de Serra Negra (SP), será leiloado para o pagamento de dívidas trabalhistas. O leilão foi marcado para terça-feira (20), na Vara do Trabalho de Amparo.

    O hospital, único da cidade, atende 95% dos pacientes que fazem tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a direção do hospital, são feitas em média 125 consultas por dia e 25 internações mensais.

    O leilão é resultado de ação do sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Campinas que tramita desde 1990 e o recurso será usado para pagar dívidas de 149 trabalhadores. Segundo o presidente do sindicato, Edison de Oliveira, o valor estimado para arrematar o leilão não paga a dívida de R$ 5 milhões.

    O terreno e o prédio estão avaliados em R$ 3,6 milhões e o lance inicial será de R$2,5 milhões. Caso ocorra a oferta de pelo menos 70% do lance inicial, a venda será concretizada.

    A Prefeitura de Serra Negra não fala sobre o leilão, não informa como irá ficar o atendimento à saúde e como será feito o repasse de verbas para o hospital. Mas, informou que está acompanhando o caso e colocou o Departamento Jurídico à disposição do hospital.

    Com informações G1/Campinas 
    Foto: Reprodução EPTV

    14 de março de 2012

    Sindicatos de professores de todo o país entram em greve de três dias a partir de hoje


    A paralisação deve atingir escolas públicas das redes estaduais e municipais de todo o país.

    Profissionais da educação de todo o país irão paralisar suas atividades entre os dias 14 e 16 de março, em protesto contra o descaso de governadores e prefeitos de todo o país, que se recusam a cumprir a Lei Nacional do Piso do Magistério. O novo valor anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) é de R$ 1.451. O protesto também defende um maior investimento público em Educação.

    A paralisação deve atingir escolas públicas das redes estaduais e municipais de todo o país de maneiras diferentes. O presidente da CNTE, Roberto Franklin Leão, afirma que o movimento pode ser ampliado, por tempo indefinido, conforme as assembleias da categoria em cada Estado. Os professores do Piauí, Goiás, Rondônia e Distrito Federal já interromperam as aulas.

    Segundo um levantamento feito com as secretarias de educação dos Estados, nove deles ainda não pagam o piso nacional dos docentes. Pelas contas dos sindicatos, são 17 Estados que não cumprem a Lei.

    Para Marilene Betros, dirigente nacional da CTB e vice-coordenadora da APLB - Sindicato da Bahia, a manifestação dos docentes vai além da questão salarial.

    “Iremos lutar pela questão do Piso, mas também temos que discutir a questão da carreira (algo implícito à questão da jornada de trabalho do profissional em educação). E também queremos destacar nossa luta por 10% do PIB para a educação no país. Mais investimento significa mais qualidade”, sustenta a dirigente.

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou uma carta aberta à sociedade, na qual elenca os cinco pontos fundamentais para os protestos desta semana:

    - Ampliar o investimento em educação para 10% do Produto Interno Bruto (PIB), ao longo da próxima década, e exigir a aprovação do novo Plano Nacional de Educação;

    - Garantir o cumprimento imediato e integral da lei federal nº 11.738, que vincula o piso salarial profissional nacional à carreira do magistério;

    - Implementar a gestão democrática em todas as escolas e os sistemas de ensino, conforme preceitua as normas educacionais e o Estatuto da Criança e do Adolescente;

    - Impedir a terceirização das funções escolares, sobretudo daquelas desempenhadas pelos funcionários da educação; e

    - Assegurar outras pautas locais da educação e de seus trabalhadores.

    Para a dirigente da CTB, o momento atual é muito importante para a vida dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. Ela entende que o reajuste do Piso Salarial estabelecido pelo Congresso Nacional, trouxe certa tranquilidade para a categoria, já que circulavam em Brasília algumas propostas menos avançadas. “Finalmente, depois de muita luta, conseguimos reverter essa proposição”, afirmou. “Isso trouxe uma alegria para os professores e professoras de todo o Brasil. O novo valor de R$ 1.451 não é muito, ainda é baixo, mas consideramos que é o mínimo para um Piso”, complementou.

    *Com informações da Agência Brasil e de Fernando Damasceno no Portal CTB

    Brasil é o maior criador de empregos na América Latina, diz pesquisa

    No trimestre anterior, o Brasil também esteve na liderança, com 33% da expectativa de criação de empregos
     
    A expectativa mundial sobre a evolução dos empregos no segundo trimestre deste ano destaca a Índia com 44% da criação de postos de trabalho, seguida por Brasil (39%) e Taiwan (31%), informou nesta terça-feira um representante da firma internacional Manpower.

    O gerente para a América Central da companhia de recrutamento de pessoal, o costa-riquenho Eric Quesada, apresentou em entrevista coletiva os resultados da enquete aplicada trimestralmente para determinar o potencial de criação de empregos em várias regiões do planeta.

    A consulta, que ouviu 65 mil empresários em 41 países e territórios ao redor do mundo, se aplica a dez países do continente americano, liderados nesta ocasião pelo Brasil, seguido por Peru (27%), Colômbia (18%), Costa Rica (17%), Panamá (16%), México e Guatemala (15% cada um), Argentina (14%), Canadá (13%) e Estados Unidos (10%).

    No trimestre anterior, o Brasil também esteve na liderança, com 33% da expectativa de criação de empregos, à frente de Panamá (24%), Colômbia (17%), Costa Rica e Peru (cada um 16%), Argentina, Canadá e México (cada um 14%), Guatemala (11%) e EUA (9%).

    "Regionalmente, os empregadores dos dez países pesquisados no continente americano reportaram tendências positivas. Só os do Panamá reportaram uma notável queda na tendência ao compará-la com o trimestre anterior", aponta o relatório.

    Quanto às profissões com mais demanda, Quesada especificou que giram "em torno das ciências exatas", com mais oportunidades e salários para trabalhadores que sejam ao menos bilíngues, com renda 30% maior, em média.

    O funcionário da Manpower advertiu, no entanto, que na América Latina "não necessariamente estamos criando todas as oportunidades, nem estão sendo formadas as pessoas necessárias para novas contratações".

    Quesada indicou que na região a formação em ciências sociais capta 50% dos estudantes, mas a metade da demanda está nas profissões de ciências exatas, como engenharia, informática e contabilidade.

    "Em nível mundial, os empregadores de Índia, Brasil, Taiwan, Peru e Turquia reportam os planos de contratação mais otimistas, e os mais débeis estão na Grécia, Espanha e República Tcheca, nos quais uma grande percentagem de empregadores planeja reduzir seus plantéis", finalizou.

    Fonte: EFE

    Inscrições para a 1ª Olimpíada da Família Metalúrgica serão abertas esta semana

    A 1ª OLIMPÍADA DA FAMÍLIA METALÚRGICA será um grande evento esportivo e social envolvendo os trabalhadores e seus familiares.


    Atenção, trabalhadores, chegou a hora do Esporte! Estamos na reta final para a realização da primeira edição das Olimpíadas dos Trabalhadores Metalúrgicos do SindMetal.

    A 1ª OLIMPÍADA DA FAMÍLIA METALÚRGICA será um grande evento esportivo e social envolvendo os companheiros das diversas empresas metalúrgicas e seus familiares numa disputa sadia e empolgante entre toda a categoria.

    A partir desta semana serão entregues nas fábricas as fichas de inscrição para serem recortadas e entregues no Sindicato. Através delas você escolhe a modalidade que deseja disputar, seja individual ou coletiva, preenche seus dados ou de sua equipe e se inscreve para a disputa. Aquelas que tiverem mais participantes serão as escolhidas. No material também haverá o Regulamento das Olimpíadas, com todas as informações necessárias para a inscrição. Em breve o Portal dos Trabalhadores disponibilizará a ficha de inscrição online também. 

    O Sindicato patrocina o evento com o objetivo de unir a categoria em torno da prática esportiva e do convívio social. Para isso contará com o apoio da Secretaria de Esportes e Lazer de Jaguariúna, que ajudará na estrutura das competições.

    Junte sua galera do trabalho ou do bairro, monte seu time e participe! Você ainda poderá ganhar diversos prêmios, que serão sorteados a todos os participantes em uma grande festa.

    POR: BRUNO FELISBINO

    12 de março de 2012

    PCdoB do Pará está no rádio e na televisão

    Começaram a ser veiculadas na última sexta-feira (9) as inserções comerciais de rádio e televisão do Partido Comunista do Brasil no estado do Pará.

    As peças buscam focar o projeto político do Partido no Pará que tem como objetivos centrais o reposicionamento político da organização, a recomposição das forças de oposição ao governo Jatene, o trabalho institucional e o fortalecimento do PCdoB para as eleições de 2012.

    Segundo Moisés Alves, secretário estadual de comunicação, nesse processo regionalizamos os programas de rádio e TV, produzimos mais de 20 programas de televisão e de rádio, potencializando varias lideranças locais partidárias.

    Com toda essa movimentação esperamos atingir mais de 6 milhões de ouvintes em todo o Pará, que estarão recebendo nossas mensagens programáticas, é o maior processo que já realizamos na produção dos comerciais do PCdoB no Pará, concluiu o dirigente.

    As 40 inserções serão veiculadas todas as terças, quartas e sextas no período de 09 à 30 de março com exibição de quatro por dia.

    Confira abaixo os principais comerciais.







    Por PCdoB.